30.9.02

Festival IV

Domingo.
2 da tarde: Full Frontal. Filme pra fãs de Soderbergh (isso não é ruim). Personagens legais, adorei o lance do "nome pornô" e de listar todos os países da África como critério de reengenharia empresarial (sério). Filme-boneca-russa, bem realizado, cena hilária com David Duchovny (huahuahua)...
5 da tarde: Ainda estou viva (Vivante). Emocionante sem ser piegas. Bem sei que isso é um lugar-comum, mas foi o que me veio à mente. Não tem lições de moral estúpidas, nem pessoas dizendo eu te amo no final, nem canções de violino se elevando ao fundo. É um filme pra se deixar levar e assistir com o coração na mão -- não um filme pra ser blasé, tá bem? Recomendo muito!
10 da noite: Cuide das minhas coisas (Take care of my cat). O gato é muito fofo mas não é tão importante. O importante são as coreanas às voltas com seus empregos e amizades e famílias. Muito legal. Destaque para a cena do coreano no ônibus: "desculpe incomodar sua viagem, tenho aqui escovas multicoloridas para toda a família, para quem tem família grande é uma mão na roda, cada um pode ter sua cor e ninguém vai se confundir, ou use uma pra cada dia da semana...". Recomendo!!!
Festival III

Sábado.
4:30 da tarde: O miado do gato (Cat's meow). Tem o roteiro esperto, personagens interessantes, roupas e música maneiras (anos 20!). Atores ótimos, em sintonia com seus personagens e bem-caracterizados. Tem a namoradinha do Homem-Aranha, pra quem gosta. Lembra Gosford Park. Mas não chego a recomendar.
11:30 da noite: Utena, a Guerreira (Utena alguma coisa). Animation com muitas colegiais de mangas bufantes e saiotes, rosa-chiclete-tutti-frutti e... rosas. Mas o roteiro é enxutíssimo, poderosíssimo, só diz as coisas uma vez, não-linearmente... é tão difícil juntar os pedaços como um filme do Lynch (e isso não é nada mau, muito pelo contrário). Ah, cara, quer saber? É totalmente Lynchiano. Recomendo Muito! Mas presta atenção.
Festival II

Sexta-feira.
5:30 da tarde: O reencontro (Klassfesten). Filme alemão. Poderia passar em qualquer Cinemark, se não fosse alemão. Trilha sonora: Heroes, versão David Bowie. Um cara domado pela mulher resolve comparecer à reunião do colégio pra ter a chance de reencontrar a ex-namorada (a cool Hillevi). Muito pop. Recomendo.
8:00 da noite: Prêmio Nobel (IgNobel). Filme falado em italiano e alemão com legendas em espanhol; deveria ser chamado de Prêmio Babel. JP gostou mais do que eu. Filme em que a viagem é mais importante que a chegada. Um escritor faz a viagem de carro até onde lhe será dado o prêmio Nobel com um jovem repórter, filho da mulher que ele mais amou. Mais alternativo. Anguloso. JP recomenda...
10:30 da noite: O voto é secreto (sei lá). Filme iraniano. Bem arrastado. A sinopse que dá a entender algo meio surrealista (uma urna de votação cai no meio do nada e uma agente da eleição faz de tudo pra manter o voto secreto). Mas na verdade, isso parece que existe mesmo, é um sistema curioso para chegar às áreas isoladas do Irã e garantir que todos tenham o direito de voto. Tem algumas sacadas legais, como a do sinal vermelho no meio do deserto, mostrar as muçulmanas sendo impedidas de votar livremente, e a ironia de uma menina de 12 anos poder casar mas não votar... mas é chato pra caramba!
Festival I

Agora já mandei o livro pro Jorge (o editor) e não tenho possibilidade de encontrá-lo até o fim do Festival do Rio porque vou ver uns 32 filmes (ufa). Então aqui vai uma série de críticas absolutamente descompromissadas e pessoais (assim como a minha seleção de filmes; eu NÃO vou ver o Pianista nem o Fale com ela)...

27.9.02

Momento Jabá

Estou vidrada nessa banda que recém-descobri, ou melhor, nessa música específica; o nome dela é "Tantric Porno" e a banda é Bardo Pond. Parece (e lá vou eu tentar fazer uma comparação) The Doors, mas pós-rock. As outras músicas são menos boas, mas essa... é fantástica.
Nuts I

Ah, a academia de ginástica. Sou pelo slogan "mente sã, corpo são". Pena que nem todo mundo é - às vezes o que falta é o corpo, às vezes...
Quando vou pra academia, tenho que aturar, além da terrível programação Jovempaniana, locutores berrando anúncios da festa mais elitizada do Rio!. Outro dia, começou a música nova da Kelly Key e uma das patties loiras deu um pulo: "Oh, a música nova da Kelly Key! Toca toda hora lá na Nuth. É lá na Barra. Eu tô sempre lá!". A súmula das abominações!

Nuts II

Olha com o que me deparo, e logo de manhã, na seção de reclamações do Rio Show (tudo bem, eu sou a única que lê aquilo): "Fui à boate Nuth e fiquei perplexa ao ver um laguinho com peixes. O aquário fica colado à pista de dança e recebe a vibração da música. Não precisa ser um especialista para saber o quanto prejudicial isso pode ser aos peixes. (...)" Huahuahuahuahua. Realmente, deve fazer muito mal aos peixes ouvir Kelly Key o dia inteiro. Eles se divertiriam muito mais na privada da Bunker.

Nonsense

Dormi com um tatu de pelúcia que ganhei no McLanche Feliz e quando acordei ele ainda estava lá! Realmente, um tipo em extinção!

25.9.02

23.9.02

Primavera

dos Livros. Fui lá, encontrei uns livros e umas pessoas. Cheio, mas não insuportável. Primavera só no nome: tempo de inverno paulista. Quedê as flores?
Arg, estou sentindo um cheiro de maconha. Deve ser alucinação olfativa. Ou minha vó está fumando lá na sala.

Próximo passo...

Encontrar meu editor pra discutir coisas do livro. O que vai ser difícil, porque minha impressora se nega a funcionar e não sei se quero gastar minha grana pra tirá-la da greve. Máquinas também se rebelam (ah, Metrópolis vai passar no Festival do Rio!!).
Devo entregar o texto cru do livro pra ele via disquete ou e-mail. Está meio fora de ordem, mas não faz mal.
O grande problema é o enredo. Dessa vez é linear e lógico (bem, um bocado mais). Continua sendo experimental, bundões, mas (e aqui o óbvio ululante) ficar sempre fazendo o mesmo experimento deixa de ser experimental. Então experimentei uma colagem no enredo. Vários temas universais conhecidos. Mas ficou difícil, porque não posso mexer numa parte da história livremente (como em No Shopping); uma parte afeta a outra. Com isso que estou tendo problemas.
Outro problema é arranjar soluções de enredo criativas. Sabe que os best-sellers não têm problema com isso. Geralmente tudo acaba em eu-sou-sua-mãe-meu-filho! ou então-você-de-quem-eu-nunca-desconfiei-era-o-assassino ou sexo mesmo. Eu não quero ser óbvia, mas nem sempre sei como.
E ainda tem gente que pensa que escritor é trabalho de preguiçoso...

21.9.02

Araras

Me diverti um bocado no meu sítio. O único problema é que aquele silêncio-de-campo - sabem, muuuu, cócoricó, au-au, meooowww, cric cric cric criiiic - me deu pesadelos. Acordei às 3 da manhã e assisti o sol nascer por trás da piscina (e os passarinhos despertando, brigando pelas fêmeas e arrancando as penas um dos outros - é primavera). E a piscina estava um gelo. Entrei até a coxa e saí. Vi a minha gata, Mila, cada vez mais gorda.
Vou levar uma penca de gente pra Araras, vou sim. Assim que eu puder.

O horror, o horror

foi adiado em uma semana. Só volto às aulas - e começo a estudar de manhã! - dia 30, ainda bem.

Roteirizada!

Um amigo meu disse que quer roteirizar certa peripécia minha que está aí pra baixo, a da Bunker. Que legal!

19.9.02

BRRLLL

Amanhã eu vou mergulhar numa piscina beeem azul e correr pelos campos verdejantes... E vocês?
Não?
Olha. Não precisam me desejar mal. Isso é apenas uma auto-pré-compensação porque a partir de segunda-feira vou estudar de manhã (de novo!). Tipo, sete e meia. Tão vendo a hora desse post? Quatro e meia. Pois então. E eu ainda estou longe de sentir sono.
Pra mim, estudar de manhã é o que há de pior na face da terra. Não sei como quase todo mundo prefere. Acho que vou fazer como a Maria Luiza (ahá! o livro continua...) e virar... Almoçar (jantar?) uma da tarde, dormir, acordar nove da noite, jantar (almoçar?), passar a noite acordada, fazer um lanche (café da manhã???), ir pra faculdade, etc.

18.9.02

Maldita mídia manipulativa!

Mamma mia! Tô brincando, em parte. O Globo já escancarou o apoio ao Serra, mas principalmente o ataque ao Lula. Antes estavam poupando o petista, mas agora isso é incontestável; começou assim que o Ciro ultrapassou (negativamente, huahuahua) o Serra.
Mas vocês já leram aquele delicioso livrinho (ou intragável calhamaço, urp!) do Antonio Negri e do Michael não sei das quantas (Bolton? Não, esse canta)? Falo de Império. Bem, eu consegui ler cerca de um sexto dele, o que significa que estou começando a pegar o espírito do que eles queriam dizer. Que a nova subversão terá de vir mesclada ao Império, porque ele abarca todo e qualquer núcleo da civilização humana, blábláblá.
E você repara (engraçado...) que os colunistas do Globo não gostam muito do Serra, até citando o debate cara-a-cara com ele no auditório do jornal. É o Zuenir Ventura, o Verissimo, o Mauro Rasi - segunda, foi a Cora Ronái. O que significa que dentro do jornal tem um espaço para a opinião de uma certa elite pensante, que com toda certeza sabe que o jornal apóia o candidato do qual eles não gostam, mas já perceberam que isso não é motivo pra ficar eternamente no JB - pelo contrário, sua "vira-casaquice" pode até servir para chamar atenção do leitor do Globo para o outro lado. Afinal, a grande maioria do público leitor sabe que é manipulado e isso não parece adiantar muito.
Dá vontade de dizer: rárárá, que mulas, um bando de subversivos na folha de pagamento deles. Engraçado como o capitalismo come o próprio rabo; se o leitor vai passar a comprar ou assinar o jornal por causa de um conteúdo, não importa se esse conteúdo é contrário ao que querem passar (eles também sabem), vai ficar lá. Só não pode é pisar na bola quanto ao código de ética; isso não.
Isso vale também pros jabás de gravadoras e afins; apesar do Megazine ser cheio de jabá sobre séries de tv e bandas e livros best-sellers, tem também o escondido Rio Fanzine com a informação alternativa, filtrada apenas pelo gosto do Tom Leão e seus compadres (acho ótimo, viu?).
Enfim. Tá tudo lá pra quem quer ver.
Esse foi o meu momento Observatório da Imprensa. Bip!

15.9.02

O Aterro

Não acredito que a verdadeira felicidade a ser almejada esteja dentro de um carro com ar-condicionado ou entre as páginas da Caras Edição Casais. Tenho a impressão de que os casais realmente felizes andam juntos pelo Aterro. Não que todos os casais que caminham pelo Aterro o sejam, mas os felizes estão lá, com certeza.
Conta andar por um lugar ermo, mas aprazível - se fosse em Londres, seriam os parks, especialmente o Hyde Park - de mãos dadas, com a capacidade de não se dizer nada. E não vale correr lado a lado na ciclovia. Eu digo andar devagar, quase sem objetivo diferente de passar o tempo com quem você gosta. E não na ciclovia, mas no canteiro central, onde tem grama. Onde quase ninguém vê que se está apaixonado. Casais novos, velhos, altos, baixos, magros, gordos, com filho, sem filho. No Aterro.

13.9.02

Pensamentinho

Tô pensando. Quando eu vou a um lugar legal, meu impulso quase nunca é "voltar assim que possível". Eu fico degustando as sensações, lembrando de tudo bem picadinho, voltando mentalmente, esse momento e aquele, e só depois eu volto. Coisa de quem não tem dinheiro pra sair sempre? Sabedoria? Falta de impulso consumista?
Também com vinhos. Eu não bebo (não gosto do gosto do álcool), mas sempre que provo um vinho, deixo minhas papilas se renderem a ele (e aquele negócio da duração do sabor, quando dura mais é melhor, sou terrivelmente sensível). E tem gente que pega num vinho para impressionar a mulher, para se embebedar com classe, para posar de rico. As coisas não têm servido para o que servem.
Férias

Finalmente, o merecido descanso. Tá certo que não terminou exatamente o período, falta filmar um nadinha do filme e depois editar. Mas oficialmente, férias.
Vi "A Bela e a Fera" com o cinema quase vazio, e o principal: apenas uma criança! Como não podia deixar de ser, era uma criança barulhenta e chata. "Mãe, eu sei que tá escuro assim por causa que está no castelo da Fera..." - SHHH! - "...mas eu não tô com medo..." - SHHH! - "...a Bela tá com medo." SHHH! E a mãe, nada. Certamente lá vem mais um adolescente idiota que taca pipoca nos outros no cinema e vai em comboio com toda a turma da escola pra fazer social durante o filme.
Mudei de lugar, fazer o quê? O filme é lindo, é o meu preferido da Disney junto com "Corcunda de Notre Dame", em parte porque eu era exatamente como a Bela (ou Belle): mergulhada em livros e desprezando os bonitões pretensiosos da escola. Nhé, um dia eu conto essa história.
Depois vi um filme chamado "Noturno Indiano" lá na UERJ. Apenas muito louco.
O dia terminou comigo vendo o longa metragem da Sakura (Card Captor), que saiu agora nas bancas pelo abusivo preço de 18,90 (!). Mas valeu a pena, para vê-la (já com uns 11, 12 anos) se acertando com o Shoran.

12.9.02

Storyboard

Posso não ter feito o maldito roteiro do filme (Lady Murphy) sozinha, mas fiz um tosco storyboard (sobrou pra mim). Um dia eu posto os desenhos, quando eu conseguir um scanner.

9.9.02

Pronto

Agora a minha HP de mídia funciona (aqui à esquerda, em Desenhos e Fotos) e já tem fotos do meu cabelo vermelho (dentro de Fotos).

6.9.02

Tempo de mudar

Depois do Koleston 6646 (muahaha), resolvi começar um curso de tradução. Adorei. Me inscrevi logo depois de assistir uma aula. E sabe porquê?
Finalmente descobri o misterioso sentido da palavra berry. Berries são todas aquelas frutinhas silvestres: morango (strawberry), framboesa (raspberry), cassis (blackberry), e as menos cotadas, blueberry, cranberry, mulberry, bilberry, gooseberry. Eu estava revoltada por eles terem uma palavra simples para frutas silvestres e nós não. Mas nós temos! Berries são "bagas", as bolsinhas de suco das frutas silvestres. Mui fofo.

5.9.02

Noite do Prazer

Esta é uma música da qual ninguém sabe o cantor original, mas uma coisa é unânime: todos confundem o refrão.
"Na madrugada a vitrola rolando um blues/ TROCANDO DE BIQUINI SEM PARAR".
E na verdade é "Tocando B.B.King sem parar". É impressionante. Todos na minha faculdade achavam isso até que a Fernanda disse que não era bem assim. No livro "O matador", o matador tá levando um cara pra execução quando faz essa mesma piadinha. Deve ser porque a música deixa implícita uma festa meio sacana, e as pessoas (que tendem a simplificar as coisas quando não ouvem direito, tendem a desconhecer o B.B.King, e tendem a levar tudo pro pior lado) acham que o refrão "explicita" a coisa. Pior foi uma música ("Sunglasses at Night") em que as pessoas entenderam "masquerade" como "masturbate".
A outra coisa que eu ia falar era que na versão do Claudio Zoli de "Noite do Prazer" parece que ele é fanho, quando ele tenta forçar a voz. Percebi quando estava fazendo ginástica e passou no rádio. "Ãh mãh-druh-gãh-da..."
Cabelo novo, provedor novo

Meus cabelos estão vermelhos Koleston 6646 (muahaha). Um dia eu ponho uma foto; é que o BrTurbo (meu provedor) está uma bosta. Muitos tentaram ver meus desenhos (no espaço para homepages do BrTurbo) e não conseguiram e eu não recebo todos os e-mails que mandam pra conta desse provedor. Fora que todos os provedores do Velox baixaram o preço, menos ele. Maldito!
Vou sair dele ainda nesse mês. Quando eu tiver outro, posto a tal da foto.
Sakura Card Captors

Não sei se já mencionei alguma vez, mas eu adoro o mangá da Sakura. Pois bem, a quem interessar, descobri que o inédito filme da caçadora de cartas fujonas vai sair em vídeo no Brasil. O vídeo virá numa edição especial da revista "Herói" que vai sair neste mesmo mês da graça de setembro. Eu já estou caçando o meu.

2.9.02

Creepy baby

Como prometido, falo de "O Baby" - o terceiro filme da maratona do cine Odeon. É um suspense trashão anos 70. A história: uma assistente social quer recuperar um cara que é tratado - e age - como bebê (mesmo já tendo uns 30 anos na cara) pela mãe e 2 irmãs. A assistente desconfia que ele não é retardado como elas dizem. Pois bem, as suspeitas dela se confirmam e as megeras fazem ela perder o emprego. Aí elas tentam matá-la. Mas a ex-assistente social se safa e ainda leva o bebê pra casa. As megeras recebem uma carta dela, dizendo que vai recuperar o Bebê e fazê-lo virar um adulto. Desesperadas, vão até a casa dela - onde ela mora com a sogra - e acabam, as três, numa vala. Viva!, você pensa.
Aí é que vem a surpresa. Não leia se o início te interessou e você acha que vai conseguir ver esse filme alguma vez na vida. Mas aí a assistente social aparece entrando num quarto, e vemos seu marido arquiteto (que ela passou o filme todo dizendo que sofreu um terrível acidente) brincando com blocos de montar e agindo como bebê! Ela traz o Bebê para brincar com seu marido e mostra os novos brinquedos dos dois: bóias! A vala onde as megeras foram jogadas virou uma piscina, onde a assistente social brinca com os dois Bebês...
Brrrr... Creepy.
Só pra falar do Lynch

Dois anos. Este foi o período que o ator e modelo brasileiro Pedro Andrade dispôs para dar uma guinada na vida, após deixar o Brasil em busca de um lugar ao sol - ou nos palcos - na atribulada Nova York. Desfilou a beleza em passarelas para grifes poderosas e se embrenhou pelo circuito off-Broadway em produções que, depois, o levaram a seriados de TV, como "Dawson's Creek". Virou darling em pouco tempo. A ponto de o hermético cineasta David Lynch o convidar para estrelar (isso mesmo, ele é protagonista) "Our Lady Sorrow", a mais recente produção do diretor de Veludo azul. ''Foi duro. Fiz 11 testes. No último, David me colocou diante de um refletor. Ficou olhando para mim durante quinze minutos sem pronunciar uma palavra. No final disse: 'o papel é seu''', conta Pedro, que, na disputa, venceu Matt Damon. O longa será lançado no Sundance Film Festival, em fevereiro.

Deixou o cara 15 minutos na frente de um refletor? Esse é dos meus! Filma meu livro Lynch!